ALIMENTAÇÃO E HIV/AIDS
Aqui tem alguns site com receitas e propriedades dos alimentos e como eles ajudam seu organismo em relação ao HIV/AIDS.
QUALIDADE DE VIDA SÓ PRECISA DE UM PRIMEIRO PASSO..."O SEU."
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Margret Achieng é HIV positivo e está prestes a ter seu bebê. Mas graças a um novo programa criado com o apoio do CICV, seu filho não deverá estar infectado. Iolanda Jaquemet conta essa história direto do norte de Uganda.
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Chá verde impede que HIV infecte células de defesa do corpo
Como surgiu o HIV/AIDS
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Gel pode substituir camisinha no combate à Aids, diz estudo
Saiba mais sobre HIV/AIDS
A ciência é a grande estrela do mundo real
Sexo e Prazer
Quem sou eu
"EU"
Uma mulher que ama a vida As vezes erro, em outras sou incrível Amo infinitamente Apaixono-me, enlouqueço de corpo, alma e mente Que até de mim eu esqueço. Meus olhos são um poço infinito de amor e encantamento Olhe-os por um minuto e verás toda verdade. Eu não sou perfeita nem dona da verdade Mas sou dona de mim, dona das minhas vontades. Só espalho minha essência no ar, meu amor, meus desejos.. Escrevo o que minha alma grita goste quem gostar. Eu sou alguém que você pode contar sempre. Alguém que vai te fazer rir e também chorar... Porque sou transparente, verdadeira, amiga, amante e guerreira. Te darei meu coração... Eu não sei amar pouco, ser pouco, dar pouco, ser mulher pouco. Sou uma mulher que se conhece e se permite Alguém que ousa e arrisca Alguém que deseja ser feliz! Mas se tiveres a sensibilidade que os poetas têm Pode me ter somente o lado bom, nunca o desdém. E posso ser, por amor, jamais por gratidão, mulher Parceira conivente de um momento de delírios vivos Que lhe tira o saber em troca do prazer, e o enlouquece Sou tudo isso e muito mais, se você quiser... Pura e simplesmente... porque eu sou MULHER!
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domingo, 30 de maio de 2010
ALIMENTAÇÃO E HIV/AIDS
QUANDO FIQUEI DOENTE NO COMEÇO DA DESCOBERTA DO HIV, FIQUEI MUITOOOOOO FARCA MESMO E MINHA MÃE FAZIA UMAS COISAS PRA EU BEBER E COMER E ISSO ME AJUDOU MUITO, FORTALECEU MINHA IMUNIDADE E NÓS NEM SABIAMOS QUE TUDO AQUILO ERA POR CAUSA DO HIV, SIMPLESMENTE OS MEDICOS NÃO SABIAM O QUE EU TINHA E EU ME RECUPEREI TOMANDO ESSAS VARIAS VITAMINAS, SUCOS E CAMIDAS QUE MINHA MÃE FAZIA.
RECEITAS DE SAÚDE:
Vitamina:
*1/2 banana com casca (lavar bem e tirar as partes escuras da casca)
*1/2 maça com casca
*uma fatia de mamão
*2 rodelas de gengibre
*folhas de hortelã (a gosto)
*1 colher de sopa de linhaça
OBS: adoçar com mel, melado de cana ou açucar mascavo (melado de cana é o mais indicado por conter maior concentração de proteinas da cana e não contem soda como o açucar cristal e refinado)
Suco:
*1/2 beterraba crua
*1/2 cenoura crua
*suco de 4 laranjas
*2 rodelas de gengibre
*Hortelã a gosto
se quizer coloque linhaça tbm.
OBS:adoçar com mel, melado de cana ou açucar mascavo (melado de cana é o mais indicado por conter maior concentração de proteinas da cana e não contem soda como o açucar cristal e refinado)
Vitamina
*1/2 banana com casca (lavar bem e tirar as partes escuras da casca)
*1/2 tomate maduro
*suco de laranja com bagaço (tira a casca e semente e deixa só aquele parte branca do bagaço)
*Hortelã
se quizer coloque gengibre
OBS:adoçar com mel, melado de cana ou açucar mascavo (melado de cana é o mais indicado por conter maior concentração de proteinas da cana e não contem soda como o açucar cristal e refinado)
Suco:
*suco de laranja com bagaço (tira a casca e semente e deixa só aquele parte branca do bagaço)
*1/2 cenoura
*folhas de espinafre
*Hortelã
*2 rodelas de gengibre
OBS:adoçar com mel, melado de cana ou açucar mascavo (melado de cana é o mais indicado por conter maior concentração de proteinas da cana e não contem soda como o açucar cristal e refinado)
comida:
*1 xicara de arroz
*1 xicara quinua
*1/2 xicara salsinha
*alho a gosto
misture tudo e faça um arroz normal só deixando para colocar a salsinha depois que colocar a água.
OBS: poder feito só quinua sem arroz
OBS: pra quem gosta tbm pode acrescebtar depois de pronto cenoura crua ralada
comida:
salada de beterraba e cenoura crua c/ muita salsinha e cebolinha e quem gostar acrescente espinafre cru picadinho, fica uma delicia
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
ONU PEDE O FIM DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS HOMOSSEXUAIS.
ONU pede o fim da discriminação contra homossexuais
Por: Redação da Rede Brasil Atual
Publicado em 17/05/2010, 19:01
Última atualização às 19:46
São Paulo - O diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), Michel Sidibé pediu nesta segunda-feira (17), Dia Internacional Contra a Homofobia, que os governos se empenhem para evitar o preconceito e a discriminação. Segundo ele, dos 192 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU), 85 deles ainda mantêm leis que criminalizam o comportamento.
Para Sidibé a homofobia é considerada um dos principais obstáculos à implementação de estratégias de prevenção do vírus HIV. “Apelo a todos os governos para que tomem medidas que eliminem o estigma e a discriminação enfrentados pelos homens que fazem sexo com homens, lésbicas e transgêneros. Os governos também devem criar ambientes sociais e legais que assegurem o respeito pelos direitos humanos e permitir o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio”, disse Sidibé.
Segundo o representante da ONU, a discriminação impede que os homossexuais masculinos revelem sua verdadeira orientação sexual e que prestem informações aos serviços de combate ao HIV/aids. “A homofobia é parte significativa da epidemia de HIV [aids] em todas as regiões do mundo. Apenas um em cada dez [homossexuais e transgêneros] tem acesso a serviços de prevenção do vírus”, disse o diretor executivo do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária.
De acordo com a Unaids, em 17 de maio de 1990, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID) estabelecendo que a orientação sexual (heterossexual, bissexual ou homossexual) deixaria de ser “considerada como uma desordem”. Por isso, o Dia Internacional contra a Homofobia é comemorado em 17 de maio.
Marcha contra Homofobia em Brasília
Como parte das atividades do Dia Internacional de Combate à Homofobia, na quarta-feira (19), a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) promove a 1ª Marcha Nacional Contra a Homofobia.
Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT, cerca de 1,5 mil pessoas já estão em Brasília para a marcha. “Quantidade nós já temos nas paradas que são homenagens ao orgulho gay, são dias de festa. Já o 17 de maio é um dia de denúncia da violência que estamos [homossexuais] sofrendo no Brasil e no mundo”, completou Reis.
A concentração para a marcha será na Catedral, a partir das 9h. Os manifestantes vão percorrer a Esplanada dos Ministérios.
As principais reivindicações referem-se à aprovação de projetos pelo Congresso Nacional que garantem direitos da população LGBT e criminalizam a homofobia e a celeridade no julgamentos das ações que tratam da união estável entre casais do mesmo sexo e o direito ao uso do nome social por travestis e transexuais que tramitam no Supremo Tribunal Federal.
Com informações da Agência Brasil
Áudio Lula discursa na ONU
Movimento de Rádios Comunitárias faz ato público em Campinas
Em momento favorável, Brasil conquista espaço na política internacional
Relatório da ONU aponta que 71 milhões passarão fome até o fim do ano na América Latina
Garantia de renda a pobres garante redução da pobreza no Brasil, diz economista
Bookmark & Share: Del.icio.us Facebook Twitter Digg Reddit Ações do documento
Por: Redação da Rede Brasil Atual
Publicado em 17/05/2010, 19:01
Última atualização às 19:46
São Paulo - O diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), Michel Sidibé pediu nesta segunda-feira (17), Dia Internacional Contra a Homofobia, que os governos se empenhem para evitar o preconceito e a discriminação. Segundo ele, dos 192 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU), 85 deles ainda mantêm leis que criminalizam o comportamento.
Para Sidibé a homofobia é considerada um dos principais obstáculos à implementação de estratégias de prevenção do vírus HIV. “Apelo a todos os governos para que tomem medidas que eliminem o estigma e a discriminação enfrentados pelos homens que fazem sexo com homens, lésbicas e transgêneros. Os governos também devem criar ambientes sociais e legais que assegurem o respeito pelos direitos humanos e permitir o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio”, disse Sidibé.
Segundo o representante da ONU, a discriminação impede que os homossexuais masculinos revelem sua verdadeira orientação sexual e que prestem informações aos serviços de combate ao HIV/aids. “A homofobia é parte significativa da epidemia de HIV [aids] em todas as regiões do mundo. Apenas um em cada dez [homossexuais e transgêneros] tem acesso a serviços de prevenção do vírus”, disse o diretor executivo do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária.
De acordo com a Unaids, em 17 de maio de 1990, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID) estabelecendo que a orientação sexual (heterossexual, bissexual ou homossexual) deixaria de ser “considerada como uma desordem”. Por isso, o Dia Internacional contra a Homofobia é comemorado em 17 de maio.
Marcha contra Homofobia em Brasília
Como parte das atividades do Dia Internacional de Combate à Homofobia, na quarta-feira (19), a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) promove a 1ª Marcha Nacional Contra a Homofobia.
Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT, cerca de 1,5 mil pessoas já estão em Brasília para a marcha. “Quantidade nós já temos nas paradas que são homenagens ao orgulho gay, são dias de festa. Já o 17 de maio é um dia de denúncia da violência que estamos [homossexuais] sofrendo no Brasil e no mundo”, completou Reis.
A concentração para a marcha será na Catedral, a partir das 9h. Os manifestantes vão percorrer a Esplanada dos Ministérios.
As principais reivindicações referem-se à aprovação de projetos pelo Congresso Nacional que garantem direitos da população LGBT e criminalizam a homofobia e a celeridade no julgamentos das ações que tratam da união estável entre casais do mesmo sexo e o direito ao uso do nome social por travestis e transexuais que tramitam no Supremo Tribunal Federal.
Com informações da Agência Brasil
Áudio Lula discursa na ONU
Movimento de Rádios Comunitárias faz ato público em Campinas
Em momento favorável, Brasil conquista espaço na política internacional
Relatório da ONU aponta que 71 milhões passarão fome até o fim do ano na América Latina
Garantia de renda a pobres garante redução da pobreza no Brasil, diz economista
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Discriminação contra homossexuais do Brasil.
Programa vai combater discriminação contra gays
25 de maio de 2004 • 10h40 Comentários
Notícia
Reduzir Normal Aumentar Imprimir O governo federal lança hoje um programa inédito para combater a discriminação e a violência contra gays, lésbicas e travestis. O programa Brasil sem Homofobia foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) e pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação e contou com a participação de organizações não governamentais (ongs) que trabalham para a promoção da igualdade dos homossexuais.
A iniciativa é um conjunto de propostas de políticas públicas destinadas a garantir os direitos básicos aos homossexuais.
De acordo com o secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, Ivair Augusto Alves dos Santos, o programa é uma ação que já estava contemplada no Plano Plurianual 2004/2007. Ele vem sendo elaborado há mais de seis anos e foi concluído no último semestre.
"O objetivo central do programa é desenvolver ações que possam prevenir a discriminação e ações violentas contra os homossexuais", explicou o secretário. A iniciativa conta com a parceria de diversos ministérios como Saúde, Educação, Cultura, onde grupos de trabalho já desenvolvem políticas específicas para homossexuais.
Entre as ações previstas está a capacitação e a qualificação de profissionais das áreas de segurança pública, educação e saúde. A idéia é que os homossexuais não sejam discriminados na utilização desses serviços. De acordo como Ivair Santos, muitas vezes o gay, a lésbica ou o travesti não denunciam uma ação violenta por medo da exposição. "Já está previsto no Plano Nacional de Segurança a criação de centros de referência para atendimento qualificado aos homossexuais, como o já existente no Rio de Janeiro", ressaltou. A intenção do governo federal é levar esta iniciativa para os demais Estados.
De acordo com dados da SEDH, de 1963 a 2001 ocorreram 2.092 mortes de homossexuais em todo o país, decorrentes de assassinatos homofóbicos. Para Ivair Santos, esse número pode variar, tendo em vista a dificuldade e a falta de qualidade no atendimento dos órgãos competentes e da falta de coragem de exposição das vítimas. "Uma das coisas que mais me impressionou no movimento homossexual é o fato de que a família é a primeira a discriminá-los, diferentemente de outros grupos, em que é a primeira a acolher", afirmou.
Para Welton Trindade, presidente do Estruturação-Grupo Homossexual de Brasília, o programa Brasil Sem Homofobia não pode ser apenas mais uma cartilha colorida, tem que trazer uma resposta efetiva para o problema da violência e da discriminação contra os homossexuais. Ele reconhece, entretanto, o esforço do governo em promover a igualdade para o grupo. "O lançamento do programa não muda nada. A mudança vai acontecer assim que cada linha, cada parágrafo dele se transforme num compromisso de governo e que possamos ver, nos próximos anos, a sua implantação", ressaltou.
Para o secretário do Conselho Executivo do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, a grande conquista desse programa é o fato de a discussão da temática ter saído da área dos direitos humanos e da saúde. "Esses problemas já estão sendo discutidos e colhendo resultados nos ministérios das Relações Exteriores, do Trabalho e Educação, por exemplo?", disse.
Ivair Santos ressaltou, ainda, que entre os principais parceiros nessa luta está a Secretaria de Políticas para as Mulheres, que têm uma grande contribuição na elaboração de políticas para as lésbicas.
Segundo Ivair Santos, o caminho na promoção dos direitos humanos para homossexuais é longo, mas ele acredita no poder da informação para vencer a luta contra os preconceitos na sociedade brasileira. "Nossa sociedade ainda estereotipa muito as relações humanas, calcadas entre macho e fêmea, por isso nós já ficamos muito felizes de romper a barreira da desinformação que é a base de qualquer preconceito", ressaltou.
Mais notícias de Governo Lula »
Agência Brasil
25 de maio de 2004 • 10h40 Comentários
Notícia
Reduzir Normal Aumentar Imprimir O governo federal lança hoje um programa inédito para combater a discriminação e a violência contra gays, lésbicas e travestis. O programa Brasil sem Homofobia foi elaborado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) e pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação e contou com a participação de organizações não governamentais (ongs) que trabalham para a promoção da igualdade dos homossexuais.
A iniciativa é um conjunto de propostas de políticas públicas destinadas a garantir os direitos básicos aos homossexuais.
De acordo com o secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, Ivair Augusto Alves dos Santos, o programa é uma ação que já estava contemplada no Plano Plurianual 2004/2007. Ele vem sendo elaborado há mais de seis anos e foi concluído no último semestre.
"O objetivo central do programa é desenvolver ações que possam prevenir a discriminação e ações violentas contra os homossexuais", explicou o secretário. A iniciativa conta com a parceria de diversos ministérios como Saúde, Educação, Cultura, onde grupos de trabalho já desenvolvem políticas específicas para homossexuais.
Entre as ações previstas está a capacitação e a qualificação de profissionais das áreas de segurança pública, educação e saúde. A idéia é que os homossexuais não sejam discriminados na utilização desses serviços. De acordo como Ivair Santos, muitas vezes o gay, a lésbica ou o travesti não denunciam uma ação violenta por medo da exposição. "Já está previsto no Plano Nacional de Segurança a criação de centros de referência para atendimento qualificado aos homossexuais, como o já existente no Rio de Janeiro", ressaltou. A intenção do governo federal é levar esta iniciativa para os demais Estados.
De acordo com dados da SEDH, de 1963 a 2001 ocorreram 2.092 mortes de homossexuais em todo o país, decorrentes de assassinatos homofóbicos. Para Ivair Santos, esse número pode variar, tendo em vista a dificuldade e a falta de qualidade no atendimento dos órgãos competentes e da falta de coragem de exposição das vítimas. "Uma das coisas que mais me impressionou no movimento homossexual é o fato de que a família é a primeira a discriminá-los, diferentemente de outros grupos, em que é a primeira a acolher", afirmou.
Para Welton Trindade, presidente do Estruturação-Grupo Homossexual de Brasília, o programa Brasil Sem Homofobia não pode ser apenas mais uma cartilha colorida, tem que trazer uma resposta efetiva para o problema da violência e da discriminação contra os homossexuais. Ele reconhece, entretanto, o esforço do governo em promover a igualdade para o grupo. "O lançamento do programa não muda nada. A mudança vai acontecer assim que cada linha, cada parágrafo dele se transforme num compromisso de governo e que possamos ver, nos próximos anos, a sua implantação", ressaltou.
Para o secretário do Conselho Executivo do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, a grande conquista desse programa é o fato de a discussão da temática ter saído da área dos direitos humanos e da saúde. "Esses problemas já estão sendo discutidos e colhendo resultados nos ministérios das Relações Exteriores, do Trabalho e Educação, por exemplo?", disse.
Ivair Santos ressaltou, ainda, que entre os principais parceiros nessa luta está a Secretaria de Políticas para as Mulheres, que têm uma grande contribuição na elaboração de políticas para as lésbicas.
Segundo Ivair Santos, o caminho na promoção dos direitos humanos para homossexuais é longo, mas ele acredita no poder da informação para vencer a luta contra os preconceitos na sociedade brasileira. "Nossa sociedade ainda estereotipa muito as relações humanas, calcadas entre macho e fêmea, por isso nós já ficamos muito felizes de romper a barreira da desinformação que é a base de qualquer preconceito", ressaltou.
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Agência Brasil
Dr Geraldo J Ballone psiquiatria abp.
O Autor
Dr. Geraldo J. Ballone
Especialista em psiquiatria pela ABP e professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP desde 1980. Coordenador do site PsiqWeb - Psiquiatria clínica didática para pesquisas e consultas
Dr. Geraldo J. Ballone
Especialista em psiquiatria pela ABP e professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP desde 1980. Coordenador do site PsiqWeb - Psiquiatria clínica didática para pesquisas e consultas
compulsivo para comer.
Comer Compulsivo
Os transtornos alimentares constituem uma verdadeira "epidemia" que assola sociedades industrializadas e desenvolvidas acometendo, sobretudo, adolescentes e adultos jovens. Vivemos em uma sociedade na qual existe o culto da magreza. Assim, comer, um comportamento universalmente tido como prazeroso, torna-se alvo de preocupação de muitas pessoas. Como usufruir deste prazer sem sentir-se fora dos padrões sociais de saúde e beleza? Quais serão os sintomas dessa epidemia emocional? De um modo geral, o pensamento falho e doentio das pessoas portadoras dessas patologias se caracteriza por uma obsessão pela perfeição do corpo. Na realidade, trata-se de uma "epidemia de culto ao corpo".
Essa "epidemia" se multiplica numa população patologicamente preocupada com a perfeição do corpo e que está sendo afetada por alterações psíquicas caracterizadas por distúrbios na representação pessoal do esquema corporal. Os transtornos alimentares vêem aumentando sua incidência perigosamente e já começa a alarmar especialistas médicos, sociólogos, autoridades sanitárias. Essa busca obsessiva da perfeição do corpo tem várias formas de se manifestar e, algumas delas, diferem notavelmente entre si. Existem os transtornos alimentares mais tradicionais, que são a anorexia e bulimia nervosa mas, não obstante, existem outros que se estimulam e desenvolvem na denominada "cultura do esbelto".
Todos estes transtornos alimentares compartilham alguns sintomas em comum, tais como, desejar uma imagem corporal perfeita e favorecer uma distorção da realidade diante do espelho. Isto ocorre porque, nas últimas décadas, ser fisicamente perfeito tem se convertido num dos objetivos principais (e estupidamente frívolos) das sociedades desenvolvidas. É uma meta imposta por novos modelos de vida, nos quais o aspecto físico parece ser o único sinônimo válido de êxito, felicidade e, inclusive, saúde.
O Autor
Os transtornos alimentares constituem uma verdadeira "epidemia" que assola sociedades industrializadas e desenvolvidas acometendo, sobretudo, adolescentes e adultos jovens. Vivemos em uma sociedade na qual existe o culto da magreza. Assim, comer, um comportamento universalmente tido como prazeroso, torna-se alvo de preocupação de muitas pessoas. Como usufruir deste prazer sem sentir-se fora dos padrões sociais de saúde e beleza? Quais serão os sintomas dessa epidemia emocional? De um modo geral, o pensamento falho e doentio das pessoas portadoras dessas patologias se caracteriza por uma obsessão pela perfeição do corpo. Na realidade, trata-se de uma "epidemia de culto ao corpo".
Essa "epidemia" se multiplica numa população patologicamente preocupada com a perfeição do corpo e que está sendo afetada por alterações psíquicas caracterizadas por distúrbios na representação pessoal do esquema corporal. Os transtornos alimentares vêem aumentando sua incidência perigosamente e já começa a alarmar especialistas médicos, sociólogos, autoridades sanitárias. Essa busca obsessiva da perfeição do corpo tem várias formas de se manifestar e, algumas delas, diferem notavelmente entre si. Existem os transtornos alimentares mais tradicionais, que são a anorexia e bulimia nervosa mas, não obstante, existem outros que se estimulam e desenvolvem na denominada "cultura do esbelto".
Todos estes transtornos alimentares compartilham alguns sintomas em comum, tais como, desejar uma imagem corporal perfeita e favorecer uma distorção da realidade diante do espelho. Isto ocorre porque, nas últimas décadas, ser fisicamente perfeito tem se convertido num dos objetivos principais (e estupidamente frívolos) das sociedades desenvolvidas. É uma meta imposta por novos modelos de vida, nos quais o aspecto físico parece ser o único sinônimo válido de êxito, felicidade e, inclusive, saúde.
O Autor
Trabalhar Compulsivo
Com o objetivo de vencer profissionalmente, ganhar dinheiro, sobressair-se socialmente, tem sido glorificado pelo sistema cultural que a pessoa procure dar o melhor de si trabalhando. O trabalho pode ser utilizado como uma ocupação mental capaz de tomar o espaço de outros sentimentos ou pensamentos mais difíceis de serem vivenciados. Quando a atividade funciona como uma forma de esconder-se, fugir ou não ter que sentir ou pensar em outros problemas, enfim, quando alivia a angústia da vida de relação, o trabalhar pode tornar-se compulsivo, constante, enfim aditivo.
Neste caso, o trabalhar perde sua função natural passando a ser prejudicial ao bem estar físico, familiar psicológico e social do indivíduo. Na compulsão pelo trabalho a pessoa vai de casa para o trabalho, do trabalho para a casa, excluindo-se de sua vida as opções do lazer, as pausas nos finais de semana, o convívio descontraído com a família, etc. A pessoa com compulsão pelo trabalho freqüentemente exige dos outros o mesmo ritmo que tem para si, costuma criticar demais esses outros, exige perfeição, dedicação e devoção ao trabalho, tal como elas próprias se comportam. E o próprio compulsivo para
o trabalho sofre com sua situação.
Normalmente são pessoas severas, isoladas, inflexíveis, perfeccionistas, amargas e exageradamente “realistas”. Por causa dessas características os workaholics racionalizam tudo na vida, ocultam seus próprios sentimentos, têm um contato mínimo com eles próprios e mantêm abafados seus conflitos íntimos. Para essas pessoas o trabalho é seu escudo protetor e, melhor que isso, trata-se de uma atitude fortemente enaltecida pelos valores sociais. Mas, na realidade, o workaholic também sofre, normalmente é um insatisfeito consigo mesmo, alimenta a fantasia de ser potente e meritoso. Na verdade, toda essa voracidade para o trabalho pode estar aliviando sentimentos de angústia por se acreditar um pai omisso ou uma mãe ausente, um companheiro fugidio, etc.
Com o objetivo de vencer profissionalmente, ganhar dinheiro, sobressair-se socialmente, tem sido glorificado pelo sistema cultural que a pessoa procure dar o melhor de si trabalhando. O trabalho pode ser utilizado como uma ocupação mental capaz de tomar o espaço de outros sentimentos ou pensamentos mais difíceis de serem vivenciados. Quando a atividade funciona como uma forma de esconder-se, fugir ou não ter que sentir ou pensar em outros problemas, enfim, quando alivia a angústia da vida de relação, o trabalhar pode tornar-se compulsivo, constante, enfim aditivo.
Neste caso, o trabalhar perde sua função natural passando a ser prejudicial ao bem estar físico, familiar psicológico e social do indivíduo. Na compulsão pelo trabalho a pessoa vai de casa para o trabalho, do trabalho para a casa, excluindo-se de sua vida as opções do lazer, as pausas nos finais de semana, o convívio descontraído com a família, etc. A pessoa com compulsão pelo trabalho freqüentemente exige dos outros o mesmo ritmo que tem para si, costuma criticar demais esses outros, exige perfeição, dedicação e devoção ao trabalho, tal como elas próprias se comportam. E o próprio compulsivo para
o trabalho sofre com sua situação.
Normalmente são pessoas severas, isoladas, inflexíveis, perfeccionistas, amargas e exageradamente “realistas”. Por causa dessas características os workaholics racionalizam tudo na vida, ocultam seus próprios sentimentos, têm um contato mínimo com eles próprios e mantêm abafados seus conflitos íntimos. Para essas pessoas o trabalho é seu escudo protetor e, melhor que isso, trata-se de uma atitude fortemente enaltecida pelos valores sociais. Mas, na realidade, o workaholic também sofre, normalmente é um insatisfeito consigo mesmo, alimenta a fantasia de ser potente e meritoso. Na verdade, toda essa voracidade para o trabalho pode estar aliviando sentimentos de angústia por se acreditar um pai omisso ou uma mãe ausente, um companheiro fugidio, etc.
Compulsivo por compras.
Comprar Compulsivo
Assim como os demais comportamentos compulsivos ou aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois arrepender-se).
O comprador compulsivo acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido. Ir ao shopping sem realizar algumas compras parece tornar-se quase impossível. Muitas vezes sente-se culpado, porém, como em qualquer comportamento aditivo, o mais comum é perder o controle da situação. Entretanto, é fundamental fazer a diferença entre o simples hábito pelas compras do comportamento compulsivo às compras. "Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais", afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona comportamento do consumidor na USP. O professor esclarece que comprar por impulso, mas não por compulsão, é adquirir um bem por sentir uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário.
Essas pessoas impulsivas pelas compras cometem as "... pequenas loucuras que se cometem ao passar pelas gôndolas de supermercados", diz. "Leva-se uma garrafa de bebida, um iogurte ou um pacote de biscoitos a mais", observa. Já o compulsivo vai às compras como um viciado que sai de casa para jogar ou em busca das drogas, e a compulsão acaba sendo uma atitude que exclui logo o prazer pela aquisição do novo produto.
Assim como os demais comportamentos compulsivos ou aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois arrepender-se).
O comprador compulsivo acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido. Ir ao shopping sem realizar algumas compras parece tornar-se quase impossível. Muitas vezes sente-se culpado, porém, como em qualquer comportamento aditivo, o mais comum é perder o controle da situação. Entretanto, é fundamental fazer a diferença entre o simples hábito pelas compras do comportamento compulsivo às compras. "Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais", afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona comportamento do consumidor na USP. O professor esclarece que comprar por impulso, mas não por compulsão, é adquirir um bem por sentir uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário.
Essas pessoas impulsivas pelas compras cometem as "... pequenas loucuras que se cometem ao passar pelas gôndolas de supermercados", diz. "Leva-se uma garrafa de bebida, um iogurte ou um pacote de biscoitos a mais", observa. Já o compulsivo vai às compras como um viciado que sai de casa para jogar ou em busca das drogas, e a compulsão acaba sendo uma atitude que exclui logo o prazer pela aquisição do novo produto.
Tipo de comportamento.
Jogar Compulsivo
A característica essencial do Jogo Patológico é um comportamento de jogo mal adaptativo, recorrente e persistente, que perturba os empreendimentos pessoais, familiares e/ou ocupacionais. A pessoa com esse transtorno pode manter uma preocupação com o jogo, tais como, planejar a próxima jogada ou pensar em modos de obter dinheiro para jogar.
A maioria dessas pessoas com Jogo Patológico afirma que está mais em busca de "ação" do que de dinheiro e, por causa dessa busca de ação, apostas ou riscos cada vez maiores podem ser necessários para continuar produzindo o nível de excitação desejado. Os indivíduos com Jogo Patológico freqüentemente continuam jogando, apesar de repetidos esforços no sentido de controlar, reduzir ou cessar o comportamento.
Através do reforço emocional intermitente, onde ganhar é um reforço positivo imediato e perder é “apenas” uma circunstância
aleatória, o indivíduo apresenta o comportamento compulsivo de jogar. Está sempre na expectativa de ganhar, como foi
conseguido anteriormente. Existe ainda uma sensação especial no comportamento de risco, o que ocupa a mente do jogador
fazendo que passe a repetir o comportamento (dependência). O jogo pode tornar-se uma grande fonte de prazer, podendo vir a ser a única forma de prazer para algumas pessoas. O jogador compulsivo costuma se tornar inconseqüente, gastando aquilo que não tem, perdendo a noção de realidade. A síndrome de abstinência pode estar presente.
Atividade Física Compulsiva
A escravização que as pessoas das sociedades civilizadas se submetem aos padrões de beleza tem sido um dos fatores sócio-culturais associados ao incremento da incidência do comportamento compulsivo para a prática de exercícios. É hábito que o ser humano moderno esteja moderadamente preocupado com seu corpo, sem que essa preocupação se converta numa obsessão. Mas, alguns complexos de feiúra ou de estar em desacordo com os padrões desejáveis podem levar à obsessão pela beleza física e perfeição.
Inicialmente essa atividade física pode proporcionar prazer, relaxar, fazer com que a pessoa se sinta mais saudável e bonita. Este comportamento libera substâncias em nosso cérebro responsáveis pelo prazer e bem-estar (veja mais). Quando isso se
transforma num comportamento compulsivo, exercitar-se em excesso pode resultar em prejuízo físico, atingindo as articulações, aparelho respiratório e o coração.
O sistema emocional pode ficar comprometido quando se apresenta um comportamento compulsivo, constante, comprometendo a realização satisfatória de outras atividades da vida da pessoa e proporcionando sofrimento significativo em outros aspectos.
A atividade física compulsiva deve ser considerada um transtorno da linhagem obsessivo-compulsiva, tanto pela obsessão em musculatura, pela compulsão aos exercícios e ingestão de substâncias que aumentam a massa muscular, quanto pela fragrante distorção do esquema corporal que essas pessoas experimentam.
A característica essencial do Jogo Patológico é um comportamento de jogo mal adaptativo, recorrente e persistente, que perturba os empreendimentos pessoais, familiares e/ou ocupacionais. A pessoa com esse transtorno pode manter uma preocupação com o jogo, tais como, planejar a próxima jogada ou pensar em modos de obter dinheiro para jogar.
A maioria dessas pessoas com Jogo Patológico afirma que está mais em busca de "ação" do que de dinheiro e, por causa dessa busca de ação, apostas ou riscos cada vez maiores podem ser necessários para continuar produzindo o nível de excitação desejado. Os indivíduos com Jogo Patológico freqüentemente continuam jogando, apesar de repetidos esforços no sentido de controlar, reduzir ou cessar o comportamento.
Através do reforço emocional intermitente, onde ganhar é um reforço positivo imediato e perder é “apenas” uma circunstância
aleatória, o indivíduo apresenta o comportamento compulsivo de jogar. Está sempre na expectativa de ganhar, como foi
conseguido anteriormente. Existe ainda uma sensação especial no comportamento de risco, o que ocupa a mente do jogador
fazendo que passe a repetir o comportamento (dependência). O jogo pode tornar-se uma grande fonte de prazer, podendo vir a ser a única forma de prazer para algumas pessoas. O jogador compulsivo costuma se tornar inconseqüente, gastando aquilo que não tem, perdendo a noção de realidade. A síndrome de abstinência pode estar presente.
Atividade Física Compulsiva
A escravização que as pessoas das sociedades civilizadas se submetem aos padrões de beleza tem sido um dos fatores sócio-culturais associados ao incremento da incidência do comportamento compulsivo para a prática de exercícios. É hábito que o ser humano moderno esteja moderadamente preocupado com seu corpo, sem que essa preocupação se converta numa obsessão. Mas, alguns complexos de feiúra ou de estar em desacordo com os padrões desejáveis podem levar à obsessão pela beleza física e perfeição.
Inicialmente essa atividade física pode proporcionar prazer, relaxar, fazer com que a pessoa se sinta mais saudável e bonita. Este comportamento libera substâncias em nosso cérebro responsáveis pelo prazer e bem-estar (veja mais). Quando isso se
transforma num comportamento compulsivo, exercitar-se em excesso pode resultar em prejuízo físico, atingindo as articulações, aparelho respiratório e o coração.
O sistema emocional pode ficar comprometido quando se apresenta um comportamento compulsivo, constante, comprometendo a realização satisfatória de outras atividades da vida da pessoa e proporcionando sofrimento significativo em outros aspectos.
A atividade física compulsiva deve ser considerada um transtorno da linhagem obsessivo-compulsiva, tanto pela obsessão em musculatura, pela compulsão aos exercícios e ingestão de substâncias que aumentam a massa muscular, quanto pela fragrante distorção do esquema corporal que essas pessoas experimentam.
Causa e tipos de comportamento.
Não há uma causa bem estabelecida para a ocorrência de comportamentos compulsivos. Pode-se falar em vulnerabilidades e predisposições, seja de elementos familiares, tais como os hábitos conseqüentes à extrema insegurança e aprendidos no seio familiar, seja por razões individuais e relacionados às vivências do passado e a ao dinamismo psicológico pessoal, seja por razões biológicas, de acordo com o funcionamento orgânico e mental.
Assim, comportamentos compulsivos ou aditivos podem ser entendidos como atitudes (mal-adaptadas) de enfrentamento da ansiedade e/ou angústia, trazendo conseqüências físicas, psicológicas e sociais graves. Algumas pessoas apresentam
comportamentos com caráter compulsivo, que levam a conseqüências negativas em suas vidas, como por exemplo, recorrer ao uso abusivo do álcool, das drogas, à fuga do convívio social, ao hábito intempestivo do vômito e às mais variadas atitudes.
Essas pessoas podem ainda comprar compulsivamente, sem levar em conta o saldo bancário, comer compulsivamente, mesmo quando não se tem fome, jogar, praticar atividades físicas em excesso, etc.
Complicações
Normalmente nesse tipo de problema, classificados em sob o título de transtornos do espectro obsessivo-compulsivo (TOC), a pessoa acaba tornando-se dependente dessas atitudes, as quais ocupam um espaço importante no seu cotidiano. Em alguns casos ocorrem-se danos físicos, como na pessoa com vigorexia, que precisa malhar (exageradamente) todos os dias e por longas horas, ou lesões na pele das mãos devido aos rituais de lavar continuadamente, ou escoriações quando há auto-escoriações, calvície quando há tricotilomania, ou desnutrição quando a compulsão é por vômitos (bulimia) e assim
por diante.
Normalmente essas pessoas sentem desconforto emocional se não fizerem esses comportamentos, apresentam grande angústia ou ansiedade na ausência ou na impossibilidade em realizar a atividade compulsiva. Socialmente a ocorrência de tais comportamentos pode resultar em prejuízo no trabalho, na conclusão de tarefas, na liberdade de
sair de casa, na vergonha do contacto com outras pessoas, etc.
A repetição desses comportamentos e o aumento gradual da freqüência deles acabam caracterizando um verdadeiro processo de dependência. Alguns buscam o alívio do desprazer das emoções de angústia e ansiedade, do afastamento de pensamentos incômodos. Quando se pretende a busca do prazer pode haver adicção química, que é o consumo exagerado de substâncias.
Didaticamente podemos dizer que existe uma grande semelhança entre comportamentos compulsivos e dependência química: a angústia provocada pela ausência, os sintomas emocionais da abstinência, tais como tremores, sudorese, taquicardia, etc, o caráter compulsivo e repetitivo, a importância que essa atitude ocupa na vida da pessoa, o comprometimento na qualidade da vida familiar, profissional, afetiva e social. É assim que, por exemplo, o ato de jogar tem praticamente o mesmo papel que a droga, ou álcool, a cocaína e outras substâncias psicoativas.
Tipos
Assim, comportamentos compulsivos ou aditivos podem ser entendidos como atitudes (mal-adaptadas) de enfrentamento da ansiedade e/ou angústia, trazendo conseqüências físicas, psicológicas e sociais graves. Algumas pessoas apresentam
comportamentos com caráter compulsivo, que levam a conseqüências negativas em suas vidas, como por exemplo, recorrer ao uso abusivo do álcool, das drogas, à fuga do convívio social, ao hábito intempestivo do vômito e às mais variadas atitudes.
Essas pessoas podem ainda comprar compulsivamente, sem levar em conta o saldo bancário, comer compulsivamente, mesmo quando não se tem fome, jogar, praticar atividades físicas em excesso, etc.
Complicações
Normalmente nesse tipo de problema, classificados em sob o título de transtornos do espectro obsessivo-compulsivo (TOC), a pessoa acaba tornando-se dependente dessas atitudes, as quais ocupam um espaço importante no seu cotidiano. Em alguns casos ocorrem-se danos físicos, como na pessoa com vigorexia, que precisa malhar (exageradamente) todos os dias e por longas horas, ou lesões na pele das mãos devido aos rituais de lavar continuadamente, ou escoriações quando há auto-escoriações, calvície quando há tricotilomania, ou desnutrição quando a compulsão é por vômitos (bulimia) e assim
por diante.
Normalmente essas pessoas sentem desconforto emocional se não fizerem esses comportamentos, apresentam grande angústia ou ansiedade na ausência ou na impossibilidade em realizar a atividade compulsiva. Socialmente a ocorrência de tais comportamentos pode resultar em prejuízo no trabalho, na conclusão de tarefas, na liberdade de
sair de casa, na vergonha do contacto com outras pessoas, etc.
A repetição desses comportamentos e o aumento gradual da freqüência deles acabam caracterizando um verdadeiro processo de dependência. Alguns buscam o alívio do desprazer das emoções de angústia e ansiedade, do afastamento de pensamentos incômodos. Quando se pretende a busca do prazer pode haver adicção química, que é o consumo exagerado de substâncias.
Didaticamente podemos dizer que existe uma grande semelhança entre comportamentos compulsivos e dependência química: a angústia provocada pela ausência, os sintomas emocionais da abstinência, tais como tremores, sudorese, taquicardia, etc, o caráter compulsivo e repetitivo, a importância que essa atitude ocupa na vida da pessoa, o comprometimento na qualidade da vida familiar, profissional, afetiva e social. É assim que, por exemplo, o ato de jogar tem praticamente o mesmo papel que a droga, ou álcool, a cocaína e outras substâncias psicoativas.
Tipos
Comportamento das pessoas.
Definição
As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.
Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição.
Por exemplo:
Se a pessoa é acometida pela idéia (contra sua vontade) de que está se contaminando através de alguma sujeita nas mãos, terá pronto alívio em lavar as mãos. Entretanto, se tiver que lavar as mãos 40 vezes por dia, ao invés de adaptar essa atitude acaba por esgotar.
Se a pessoa é acometida pela idéia de que seus pais sofrerão algum acidente fatal, poderá conseguir alívio da angústia gerada por esses pensamentos se, por exemplo, bater 3 vezes na madeira... Mas tiver que bater na madeira 40 vezes por dia, ao invés de aliviar, essa atitude acaba por constranger e frustrar.
Se a pessoa tem um pensamento incômodo de que aquilo que acabou de comer poderá engordá-la, terá alívio dessa sensação provocando o vômito, ou tomando laxantes....
As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.
Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição.
Por exemplo:
Se a pessoa é acometida pela idéia (contra sua vontade) de que está se contaminando através de alguma sujeita nas mãos, terá pronto alívio em lavar as mãos. Entretanto, se tiver que lavar as mãos 40 vezes por dia, ao invés de adaptar essa atitude acaba por esgotar.
Se a pessoa é acometida pela idéia de que seus pais sofrerão algum acidente fatal, poderá conseguir alívio da angústia gerada por esses pensamentos se, por exemplo, bater 3 vezes na madeira... Mas tiver que bater na madeira 40 vezes por dia, ao invés de aliviar, essa atitude acaba por constranger e frustrar.
Se a pessoa tem um pensamento incômodo de que aquilo que acabou de comer poderá engordá-la, terá alívio dessa sensação provocando o vômito, ou tomando laxantes....
O mundo dos Transsexuais.
TRANSSEXUALIDADE: O PORQUÊ DA DIFERENÇA
A transsexualidade entrou na literatura médica em 1853 quando Frankel descreveu o caso de S. Blank, cujo corpo examinou postmortem. Blank tinha-se suicidado afogando-se, quando estava quase a ser preso pela polícia. Desde pequeno que aproveitava qualquer oportunidade para disfarçar-se de mulher. Acusado pela lei, foi preso inúmeras vezes pelo seu reiterado travestismo e a sua excessiva afeição à sedução de rapazes jovens, aos quais contagiava as suas doenças venéreas.
O critério de diagnóstico de um caso de transsexualidade seria a observação de uma preocupação persistente sobre como desfazer-se das próprias características sexuais e como adquirir as do outro sexo. Considera -se que um de cada 37 mil homens e uma de cada 108 mil mulheres é a média geral da população transsexual.
Se as condutas homossexuais são relativamente fáceis de compreender, em parte porque também se dão no mundo animal, é mais difícil saber porque existem os transsexuais. Qual é a causa desta conclusão rápida, permanente, irredutível, de que o seu corpo não corresponde à sua mente, «genericamente» distinta? Há uma causa microbiológica distinta que se perde na noite dos tempos do desenvolvimento intra-uterino por um erro na androgenia ou não androgenia hipotálama? Ou trata-se de um transtorno de personalidade? Seria por acaso uma aprendizagem errónea da «consciência do sexo»? E provável que - com diferentes graus - cada um destes factores etiológicos esteja na origem da transsexualidade, ainda que a hipótese biológica seja a que é mais aceite.
As explicações simples não servem para uma síndroma tão estranha à natureza como a transsexualidade. Podem existir diversas causas que afectem os diversos componentes do sexo: rol genérico, identidade do género, orientação erótica ou padrões estabelecidos.
O Tratamento da transsexualidade
A transsexualidade leva associados frequentes transtornos da área neurótica, muitos destes reactivos ou adaptativos à sua situação. A depressão é uma complicação frequente entre os transsexuais. Geralmente trata-se de pacientes muito necessitados e manipuladores, com um grande desgosto psicológico devido à contradição que sentem na sua mente e na sua anatomia sexual, prisioneiros num corpo não desejado. Por isso, impõe-se em muitos casos um tratamento psicoterapêutico e/ou psicofarmacológico. Noutros pode-se tentar uma terapia hormonal e inclusive cirúrgica. O tratamento de hormonas e a intervenção cirúrgica são as duas possibilidades de tratamento mais claras perante uma condição que em muitas ocasiões não aceita outra solução que a procura do equilíbrio mente-corpo.
Antes de se pensar na cirurgia é importante
A transsexualidade entrou na literatura médica em 1853 quando Frankel descreveu o caso de S. Blank, cujo corpo examinou postmortem. Blank tinha-se suicidado afogando-se, quando estava quase a ser preso pela polícia. Desde pequeno que aproveitava qualquer oportunidade para disfarçar-se de mulher. Acusado pela lei, foi preso inúmeras vezes pelo seu reiterado travestismo e a sua excessiva afeição à sedução de rapazes jovens, aos quais contagiava as suas doenças venéreas.
O critério de diagnóstico de um caso de transsexualidade seria a observação de uma preocupação persistente sobre como desfazer-se das próprias características sexuais e como adquirir as do outro sexo. Considera -se que um de cada 37 mil homens e uma de cada 108 mil mulheres é a média geral da população transsexual.
Se as condutas homossexuais são relativamente fáceis de compreender, em parte porque também se dão no mundo animal, é mais difícil saber porque existem os transsexuais. Qual é a causa desta conclusão rápida, permanente, irredutível, de que o seu corpo não corresponde à sua mente, «genericamente» distinta? Há uma causa microbiológica distinta que se perde na noite dos tempos do desenvolvimento intra-uterino por um erro na androgenia ou não androgenia hipotálama? Ou trata-se de um transtorno de personalidade? Seria por acaso uma aprendizagem errónea da «consciência do sexo»? E provável que - com diferentes graus - cada um destes factores etiológicos esteja na origem da transsexualidade, ainda que a hipótese biológica seja a que é mais aceite.
As explicações simples não servem para uma síndroma tão estranha à natureza como a transsexualidade. Podem existir diversas causas que afectem os diversos componentes do sexo: rol genérico, identidade do género, orientação erótica ou padrões estabelecidos.
O Tratamento da transsexualidade
A transsexualidade leva associados frequentes transtornos da área neurótica, muitos destes reactivos ou adaptativos à sua situação. A depressão é uma complicação frequente entre os transsexuais. Geralmente trata-se de pacientes muito necessitados e manipuladores, com um grande desgosto psicológico devido à contradição que sentem na sua mente e na sua anatomia sexual, prisioneiros num corpo não desejado. Por isso, impõe-se em muitos casos um tratamento psicoterapêutico e/ou psicofarmacológico. Noutros pode-se tentar uma terapia hormonal e inclusive cirúrgica. O tratamento de hormonas e a intervenção cirúrgica são as duas possibilidades de tratamento mais claras perante uma condição que em muitas ocasiões não aceita outra solução que a procura do equilíbrio mente-corpo.
Antes de se pensar na cirurgia é importante
É sabido que o Direito nasce dos fatos sociais, das relações travadas entre os seres humanos. Assim dispõe o brocardo latino "ubi societas, ibi jus", o Direito está onde estão os homens, onde existe sociedade. Enfim, com lei ou sem norma, os fatos acabam por se impor perante o Direito, e este, tem que se adaptar a aqueles. No Direito de Família brasileiro pode-se exemplificar tal afirmativa com a edição de leis que vieram a regulamentar o divórcio e a união estável.
Porém, ainda existe uma certa ignorância do Direito em relação a alguns fatos sociais, como é o caso das uniões homossexuais ou homoafetivas. O cunho deste artigo vai um pouco mais além, quer remeter à possibilidade destes parceiros em adotar crianças, mesmo porque, alguns Tribunais
brasileiros já vem reconhecendo alguns efeitos patrimoniais a estas uniões.
Assim, cabe evidenciar os motivos que levam a uma resistência não só legal, mas também cultural e social, bem como considerar a chance dos casais homoafetivos em oficializar a adoção de crianças.
2. Razões da obstrução às uniões entre homossexuais
O primeiro motivo a ser considerado é de que o casamento como instituição, surgiu com o fim precípuo de procriar, concepção esta determinada pela própria Igreja, fazendo-se necessário portanto que as uniões fossem heterossexuais.
A Bíblia relata a passagem em que Noé, quando recebeu a ordem divina para recolher-se à Arca, devia fazê-lo, levando consigo sua mulher, além de seus filhos, e as mulheres de seus filhos e de tudo que vive, dois de cada
espécie, macho e fêmea.
O homossexualismo já foi considerado inclusive doença mental ou crime. Seguindo esta lógica, a legislação brasileira considera casamento somente a união de caráter monogâmico e heterossexual, assegurando proteção estatal à
união estável, também entre parceiros de sexos diferentes.
Portanto, sejam de fatores religiosos, históricos ou jurídicos, resulta-se em uma sociedade de cultura machista, excludente e preconceituosa com relação à união homoafetiva
4. O "mal" do preconceito prevalece sobre o "bem" da adoção O fundamental é que a adoção é uma medida de proteção aos direitos da criança e do adolescente, e não um mecanismo de satisfação de interesses dos adultos. Trata-se, sempre, de encontrar uma família adequada a uma
determinada criança, e não de buscar uma criança para aqueles que querem adotar1.
Porém, ainda existe uma certa ignorância do Direito em relação a alguns fatos sociais, como é o caso das uniões homossexuais ou homoafetivas. O cunho deste artigo vai um pouco mais além, quer remeter à possibilidade destes parceiros em adotar crianças, mesmo porque, alguns Tribunais
brasileiros já vem reconhecendo alguns efeitos patrimoniais a estas uniões.
Assim, cabe evidenciar os motivos que levam a uma resistência não só legal, mas também cultural e social, bem como considerar a chance dos casais homoafetivos em oficializar a adoção de crianças.
2. Razões da obstrução às uniões entre homossexuais
O primeiro motivo a ser considerado é de que o casamento como instituição, surgiu com o fim precípuo de procriar, concepção esta determinada pela própria Igreja, fazendo-se necessário portanto que as uniões fossem heterossexuais.
A Bíblia relata a passagem em que Noé, quando recebeu a ordem divina para recolher-se à Arca, devia fazê-lo, levando consigo sua mulher, além de seus filhos, e as mulheres de seus filhos e de tudo que vive, dois de cada
espécie, macho e fêmea.
O homossexualismo já foi considerado inclusive doença mental ou crime. Seguindo esta lógica, a legislação brasileira considera casamento somente a união de caráter monogâmico e heterossexual, assegurando proteção estatal à
união estável, também entre parceiros de sexos diferentes.
Portanto, sejam de fatores religiosos, históricos ou jurídicos, resulta-se em uma sociedade de cultura machista, excludente e preconceituosa com relação à união homoafetiva
4. O "mal" do preconceito prevalece sobre o "bem" da adoção O fundamental é que a adoção é uma medida de proteção aos direitos da criança e do adolescente, e não um mecanismo de satisfação de interesses dos adultos. Trata-se, sempre, de encontrar uma família adequada a uma
determinada criança, e não de buscar uma criança para aqueles que querem adotar1.
De acordo com os psicanálise.
De acordo com o psicanalista e psiquiatra Cláudio Duque, situações como a de Edmilson e Jurandir, ainda que estejam ficando cada vez mais comuns, são uma novidade em termos de organização social, não existindo fundamentação teórica alguma para que se possa estudá-las, uma vez que a psicologia e a psicanálise se organizaram a partir do núcleo familiar convencional, constituído por um homem, uma mulher e os filhos.
Por isso, não se pode afirmar com certeza que fugir a esse padrão é bom ou ruim, condenável ou não, uma tragédia ou algo sem grandes conseqüências. "Eu creio, particularmente, que a família, tal como a conhecemos, como tudo no mundo, está fadada a mudar, mas ninguém sabe como estarão as relações daqui a 10 ou 20 anos", explica Duque.
Por isso, não se pode afirmar com certeza que fugir a esse padrão é bom ou ruim, condenável ou não, uma tragédia ou algo sem grandes conseqüências. "Eu creio, particularmente, que a família, tal como a conhecemos, como tudo no mundo, está fadada a mudar, mas ninguém sabe como estarão as relações daqui a 10 ou 20 anos", explica Duque.
Homossexualiade em familia!
A homossexualidade dos pais, admite, em alguns momentos se traduz em problemas, que, no entanto, têm sido contornados sem maiores conseqüências. "No colégio, os meus colegas diziam em coro: 'ei, teu pai é gay', mas hoje já aprenderam a nos aceitar e respeitar", diz. "Ele assume publicamente que o pai é homossexual, conta a nossa história e desafia qualquer um a discutir sobre o assunto, porque o que realmente importa para ele é saber que tem um lar e um responsável com quem contar. Se cada gay adotasse um menor
abandonado como eu fiz, não tinha tanta criança se acabando por aí", completa Jurandir, orgulhoso.
abandonado como eu fiz, não tinha tanta criança se acabando por aí", completa Jurandir, orgulhoso.
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